Ir para o conteúdo
DM11AI TRUST & IT RISK PROTECTION
ProdutosCasesQuem somosContato
ENFale com um especialista
Carregando
DM11AI TRUST & IT RISK PROTECTION

ouvir. entender. resolver.

Confiança para crescer na era da IA. Governança de IA, IT GRC, cibersegurança e continuidade de negócios para empresas que não podem parar.

Soluções

  • AI Trust
  • Governança, Riscos e Conformidades
  • Cibersegurança
  • Security Office
  • Continuidade de Negócios

Produtos

  • oitenta20®
  • Jigphish®
  • Ethical Hacker as a Service
  • DPO Backoffice®
  • Todos os produtos

Empresa

  • Quem somos
  • Cases
  • Perguntas frequentes
  • Contato

Contato

  • contato@dm11.com.br
  • +55 (11) 4837-5758
  • Av. Eng. Luís Carlos Berrini, 1140 – 7º andar, Brooklin, São Paulo/SP – CEP 04571-000

DM11 © 2026 · Todos os direitos reservados.

  • Política de Privacidade
  • Cookies
  • Termos de uso
  • Ética e conduta
  • Anticorrupção

Empresas de tecnologia e serviços

Seu cliente pediu o SOC 2. E não, ninguém emite isso em trinta dias.

SOC 2 não é um selo que se compra: é um relatório sobre como seus controles operaram durante um período. A DM11 prepara sua empresa para chegar à auditoria com o controle funcionando e a evidência pronta, sem descobrir lacuna quando o auditor já está dentro.

Montar o escopo da propostaFazer o autodiagnóstico

A DM11 prepara sua empresa. O relatório SOC 2 é emitido por uma firma de CPA independente, contratada por você, e quem implanta os controles fica impedido por independência de auditar o mesmo cliente.

Quem conduz a preparação

  • 17 anos em governança, risco e conformidade
  • Checklist próprio com 288 controles mapeados
  • Especialistas em LGPD e proteção de dados
  • Experiência em auditorias de bancos e Big Four

Comece pelo que quase todo mundo erra

SOC 2 não é certificação

Não existe certificado SOC 2, nem selo, nem organismo certificador. O que existe é um relatório de atestação, emitido sob as normas do American Institute of Certified Public Accountants por uma firma de CPA licenciada. Quem vende certificado está descrevendo algo que não existe, e normalmente erra também no resto.

É um relatório, e ele é lido

O resultado é um documento com cinco seções, entre elas a descrição do sistema, escrita pela sua empresa, e o resultado dos testes do auditor controle a controle. Seu cliente vai ler, principalmente a parte em que constam as exceções. Não é um PDF de uma página com um logotipo.

Quem emite é firma de CPA

Consultoria não emite relatório SOC 2, e nós também não. A firma de auditoria é contratada à parte, por você. Mais que isso: quem implantou os controles fica impedido, por independência, de auditar o mesmo cliente. Desconfie de quem oferece as duas coisas juntas.

Tipo II é sobre um período

O relatório mais pedido não avalia como sua empresa está hoje: avalia como ela operou ao longo de meses. Isso significa que a preparação não termina quando o controle é implantado, e sim quando ele produziu evidência consistente durante todo o período observado.

Sem preparação estruturada

  • Contrato parado em due diligence, esperando um relatório que leva meses
  • Controle implantado às pressas, sem evidência do período que o auditor vai testar
  • Escopo definido no chute, pagando por categorias que o cliente nunca pediu
  • Exceções no relatório que ninguém antecipou, aparecendo na frente do cliente
  • Descoberta tardia de que o honorário da firma de auditoria é um contrato à parte

Com a casa em ordem

  • Escopo dimensionado pelo que o seu cliente realmente exige
  • Evidência sendo produzida desde o primeiro dia do período observado
  • Achados encontrados por nós, e corrigidos antes do auditor entrar
  • Um relatório que responde por si aos questionários de segurança dos clientes
  • Ciclo seguinte preparado, sem intervalo descoberto entre um relatório e outro

A primeira decisão

Tipo I e Tipo II

É a escolha que define custo, prazo e o que você vai conseguir mostrar ao cliente. E é onde circula o equívoco mais caro do mercado.

Tipo IUma data específica

Desenho dos controles

Avalia se os controles estão desenhados e implantados adequadamente numa data determinada. É uma fotografia. Serve para demonstrar seriedade rapidamente e costuma destravar contrato enquanto o Tipo II ainda está em curso. Não diz nada sobre o controle ter funcionado ao longo do tempo, e o comprador experiente sabe disso.

Tipo IIUm período de observação

Desenho e operação

Avalia se os controles estavam bem desenhados e se operaram com eficácia ao longo de um período. É o relatório que a maioria dos clientes corporativos exige. O período é definido entre você e o auditor, e o mercado costuma tratar três meses como piso, com seis a doze sendo o mais aceito por comprador exigente.

Circula por aí que o Tipo I é pré-requisito do Tipo II. Não é. Sua empresa pode ir direto ao Tipo II, e muitas vão, para poupar tempo e um projeto inteiro. Fazer o Tipo I antes é decisão comercial, quando existe um contrato esperando e não dá para aguardar o período de observação terminar. Quem apresenta o Tipo I como obrigatório está vendendo uma etapa a mais.

Escopo

Só uma das cinco categorias é obrigatória

Esta é a maior alavanca de custo e prazo do projeto, e quase nenhuma página do mercado menciona. Segurança, os critérios comuns, é obrigatória em qualquer SOC 2. As outras quatro entram por escolha, conforme o que o seu cliente exige e o que o seu serviço promete em contrato.

CategoriaEntra?Quando faz sentido incluir
SegurançaObrigatóriaOs critérios comuns, organizados em nove grupos que vão do ambiente de controle à gestão de fornecedores. É a espinha dorsal de qualquer relatório SOC 2, e sozinha já atende boa parte das exigências de cliente.
DisponibilidadeOpcionalQuando você assume compromisso de disponibilidade em contrato. Cobre capacidade, recuperação e teste do plano. Praticamente obrigatória na prática para quem vende software como serviço com acordo de nível de serviço.
ConfidencialidadeOpcionalQuando você trata informação que o cliente classifica como confidencial e espera ver protegida por acordo. Cobre identificação e descarte dessa informação.
Integridade de processamentoOpcionalQuando o seu serviço processa transação ou cálculo em nome do cliente, e o resultado precisa ser completo, exato e autorizado. Comum em pagamento, folha, faturamento e logística.
PrivacidadeOpcionalQuando você trata dado pessoal e o cliente quer ver isso coberto. Atenção: cobre um subconjunto do que a LGPD exige, e não substitui o programa de privacidade.

Incluir categoria que ninguém pediu é a forma mais comum de encarecer um projeto de SOC 2 sem ganho comercial. Antes de definir escopo, vale pedir por escrito ao cliente qual relatório ele espera receber, e com quais categorias.

Cronograma real

Da decisão até o relatório na mão

Ninguém publica o cronograma somado, e é por isso que tanta gente promete prazo impossível. As fases abaixo acontecem em sequência, e a soma é o que importa quando existe um contrato esperando.

  1. 01

    Diagnóstico e definição de escopo

    Levantamento contra os critérios, definição de categorias, sistemas e ambientes, e a decisão entre Tipo I e Tipo II. Termina com um plano e com o escopo escrito.

  2. 02

    Remediação

    A fase de duração mais variável, e o maior risco de cronograma. Depende inteiramente de quanto já existe. Empresa com governança em pé anda rápido; empresa que nunca formalizou nada tem trabalho de fundação a fazer.

  3. 03

    Período de observação

    Só existe no Tipo II, e é tempo de calendário que não se comprime. Os controles precisam operar e produzir evidência ao longo de todo o período combinado com o auditor.

  4. 04

    Trabalho de campo do auditor

    A firma de CPA testa os controles, examina a evidência e conduz entrevistas. Aqui aparece a diferença entre o processo escrito e o praticado.

  5. 05

    Emissão do relatório

    Redação, resposta da administração às eventuais exceções e emissão. O documento sai em inglês quando a firma é americana, o que costuma ser o caso.

Não publicamos prazo padrão porque ele seria chute: a remediação varia demais entre empresas e o período de observação é escolha de escopo. O que dá para dizer com segurança é que um Tipo II não sai em semanas, e que quem promete isso está descrevendo outra coisa. Depois do diagnóstico, conseguimos datar o seu caso.

Quem faz o quê

A fronteira, dita antes de você contratar

Neste mercado se promete certificado que não existe e se vende auditoria que quem implantou não pode fazer. Preferimos deixar claro desde já quem assina o quê.

A sua empresa
Escreve a descrição do sistema, que é uma seção do relatório pela qual a administração assume responsabilidade formal, e assina a asserção da administração. Também contrata a firma de auditoria.
A DM11
Prepara. Define escopo, faz o diagnóstico contra os critérios, implanta controles, escreve políticas, monta o regime de evidência, treina o time e conduz o ensaio antes da auditoria. Não emitimos relatório e não somos firma de auditoria.
A firma de CPA
Emite o relatório. É contratada por você, à parte, e o honorário dela é um contrato separado do nosso. Por independência, ela não pode ter implantado os controles que vai testar.
O seu cliente
Define o que precisa receber: qual tipo de relatório, quais categorias e com que periodicidade. Vale pedir isso por escrito antes de dimensionar qualquer coisa.

Autodiagnóstico

Quão perto sua empresa está de sustentar uma auditoria

Dezoito perguntas sobre as categorias de controle que o relatório examina. O resultado aparece inteiro na tela, com a nota de cada categoria e o que fecha as lacunas mais críticas. Não pedimos e-mail para mostrar.

Ambiente de controlePergunta 1 de 18

Existe código de conduta comunicado e com evidência de aceite pelo time?

O relatório começa pelo ambiente de controle, e é onde a auditoria testa cultura com documento.

Como conduzimos

Da definição de escopo ao relatório emitido

Cada fase termina com entregável. Você sabe o que recebe antes de começar.

  1. 01

    Definir o escopo

    Traduzimos a exigência do seu cliente em tipo de relatório, categorias, sistemas e período. É a decisão que mais move custo e prazo, e a que mais se erra por pressa.

    Você recebe

    • Escopo escrito com categorias e sistemas
    • Decisão entre Tipo I e Tipo II com justificativa
    • Perguntas formais a enviar ao seu cliente
  2. 02

    Diagnóstico contra os critérios

    Avaliamos a situação atual controle a controle, no mesmo checklist que usamos em auditoria, para mostrar a distância real em vez de uma impressão.

    Você recebe

    • Diagnóstico por categoria de controle
    • Relatório de lacunas priorizado
    • Dimensionamento de esforço por frente
  3. 03

    Remediar

    Implantamos junto com seu time o que falta: políticas, processos de acesso, mudanças, monitoramento, resposta a incidentes e gestão de fornecedores.

    Você recebe

    • Políticas e procedimentos aprovados
    • Controles implantados e operando
    • Capacitação das áreas envolvidas
  4. 04

    Montar o regime de evidência

    No Tipo II o auditor testa o período inteiro, então a evidência precisa nascer da operação. Definimos o que é produzido, por quem e com que frequência, antes do período começar.

    Você recebe

    • Matriz de evidência por controle
    • Rotina com responsáveis e periodicidade
    • Repositório organizado para a auditoria
  5. 05

    Escrever a descrição do sistema

    Apoiamos a redação da seção do relatório que é responsabilidade da sua empresa, incluindo fronteiras do sistema, compromissos assumidos e o tratamento dos subserviços.

    Você recebe

    • Descrição do sistema redigida
    • Definição de fronteiras e subserviços
    • Controles complementares esperados do cliente
  6. 06

    Ensaiar e acompanhar

    Simulamos a auditoria com o rigor do auditor antes que ele chegue, e acompanhamos o trabalho de campo da firma de CPA, incluindo a resposta da administração se houver exceção.

    Você recebe

    • Relatório de prontidão com achados
    • Correções feitas antes da auditoria
    • Apoio durante o trabalho de campo

Histórias

Quatro situações que já resolvemos

Anonimizamos os clientes pelo mesmo sigilo que vai proteger a sua empresa depois. Os nomes mudam, e o padrão dos problemas se repete.

Software como serviço

O contrato que não podia esperar o período

Situação
Um cliente corporativo condicionou a assinatura à entrega de um SOC 2, com prazo de dois meses. A empresa não tinha nada formalizado e o relatório mais pedido exige um período de observação que não cabia na janela.
O que fizemos
Fomos ao cliente com a empresa e propusemos um caminho em duas etapas: Tipo I na data possível, com compromisso datado de Tipo II na sequência. Em paralelo, começamos a remediação já produzindo evidência para o período seguinte.
Resultado
O contrato foi assinado com o Tipo I. O período de observação do Tipo II começou com os controles já operando, em vez de começar do zero depois.
Fintech

Tinha tecnologia boa e nenhum rastro

Situação
A engenharia era madura: revisão de código, ambientes separados, monitoramento. Mas nada disso deixava registro que sustentasse um teste de auditoria. As mudanças iam a produção com aprovação verbal no chat.
O que fizemos
Em vez de criar processo novo, ajustamos o que o time já usava para que o rastro nascesse sozinho: aprovação registrada na própria ferramenta de desenvolvimento e evidência de acesso extraída automaticamente.
Resultado
O time não mudou de rotina e a auditoria passou a ter o que testar. A discussão interna sobre burocracia, que costuma travar esses projetos, não chegou a acontecer.
Plataforma de dados

Pagou por um escopo que ninguém pediu

Situação
A empresa contratou um projeto cobrindo as cinco categorias, por entender que quanto mais amplo melhor. O cliente que motivou tudo queria Segurança e Disponibilidade, e nada além disso.
O que fizemos
Reduzimos o escopo ao que era efetivamente exigido, com a confirmação por escrito do cliente. As demais categorias foram deixadas como decisão futura, quando houvesse demanda concreta.
Resultado
O projeto encolheu de forma expressiva e o prazo caiu junto. A empresa também passou a pedir a exigência por escrito antes de dimensionar qualquer relatório.
Provedor de infraestrutura

Descobriu as exceções na frente do cliente

Situação
No primeiro ciclo, sem ensaio prévio, o relatório saiu com exceções que a empresa não esperava, incluindo acessos ativos de pessoas desligadas. O documento foi para o cliente com esses achados visíveis.
O que fizemos
No ciclo seguinte, incluímos um ensaio conduzido com o mesmo rigor do auditor, meses antes do trabalho de campo. Os achados apareceram para nós primeiro, com tempo de corrigir e de produzir evidência da correção.
Resultado
O relatório seguinte saiu sem as exceções anteriores. O aprendizado que ficou foi outro: exceção não é catástrofe, mas descobri-la junto com o cliente é evitável.

Levantamento

Monte o escopo da sua proposta

Doze perguntas sobre o que define o tamanho de um projeto de SOC 2. Ao final você revê o que respondeu, corrige o que quiser e recebe uma proposta construída sobre isso, sem uma reunião só para descobrir o básico.

RelatórioPergunta 1 de 12

Qual relatório o seu cliente pediu?

Se o pedido não especifica, vale confirmar com ele antes de orçar.

Dúvidas frequentes

O que perguntam antes de decidir

Respostas ancoradas nas normas do AICPA. Onde não existe número oficial, dizemos que não existe.

Não. É um relatório de atestação emitido sob as normas do American Institute of Certified Public Accountants. Não existe certificado, não existe selo e não existe organismo certificador. A diferença não é preciosismo: quem trata SOC 2 como certificação costuma errar também no prazo, no escopo e em quem pode emitir o documento. Se você encontrar alguém oferecendo certificado SOC 2, vale desconfiar do resto da proposta.

Mais dúvidas? Fale com a DM11

Comece dimensionando o que o seu cliente realmente pediu

Uma conversa de trinta minutos costuma bastar para definir tipo de relatório, categorias e uma ordem de grandeza de esforço. Sem compromisso.

Falar com um especialistaMontar o escopo